
Segurança é ter a certeza de algo, a confiança é a esperança de algo incerto mas que se crê poder alcançar. É possível que para algumas pessoas confiar noutro ser humano possa significar uma espécie de suicídio emocional...como se se avançasse voluntariamente para uma morte segura do coração, como quem se levanta com o único propósito de voltar a cair.
No entanto, também é possível que se só nos movimentarmos na zona que estipulámos como segura, por mais ampla que esta seja, acabemos confinados a um território limitado e, possivelmente, sentir-nos-iamos presos...sufocados pelos limites impostos por nós próprios.
Por vezes sentimos uma vontade imensa, quase uma necessidade de nos protegermos usando uma enorme couraça que nos proteja de riscos, sofrimentos ... Frequentemente precisamos esconder-nos dentro dessa couraça para nos reencontrarmos até connosco, quando nos sentimos inseguros das decisões a tomar ou das resoluções encontradas. Em contrapartida sinto que é necessário confiar, viver de esperanças, crer e confiar em nós próprios para poder confiar nos outros, apesar de reconhecer que o simples facto de assomar com a cabeça e logo o corpo fora dessa couraça pressuponha arriscar...mas arriscar é uma forma de viver, talvez a única.
Creio que o mais importante e igualmente difícil, é saber encontrar o equilíbrio entre uma e outra, cada um pode escolher o lado certo da balança. Mas a dúvida volta sempre...qual é realmente o lado certo?
No entanto, também é possível que se só nos movimentarmos na zona que estipulámos como segura, por mais ampla que esta seja, acabemos confinados a um território limitado e, possivelmente, sentir-nos-iamos presos...sufocados pelos limites impostos por nós próprios.
Por vezes sentimos uma vontade imensa, quase uma necessidade de nos protegermos usando uma enorme couraça que nos proteja de riscos, sofrimentos ... Frequentemente precisamos esconder-nos dentro dessa couraça para nos reencontrarmos até connosco, quando nos sentimos inseguros das decisões a tomar ou das resoluções encontradas. Em contrapartida sinto que é necessário confiar, viver de esperanças, crer e confiar em nós próprios para poder confiar nos outros, apesar de reconhecer que o simples facto de assomar com a cabeça e logo o corpo fora dessa couraça pressuponha arriscar...mas arriscar é uma forma de viver, talvez a única.
Creio que o mais importante e igualmente difícil, é saber encontrar o equilíbrio entre uma e outra, cada um pode escolher o lado certo da balança. Mas a dúvida volta sempre...qual é realmente o lado certo?
Difícil ...
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